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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sintomas ( por Aline)

Borboletas no estômago
Ansiedade aguda
Sorrisos sem explicação
Pensamentos distantes
Falta de concentração
Súbito entendimento de canções de amor
Melancolia
Tesão
Atenção dobrada em prováveis mensagens, recebidas ou não
Reler mensagens antigas
Suspiros
Sensações a flor da pele
Aflorado romantismo
Passividade
A necessidade de perdoar o imperdoável, mesmo antes que este tenha sido feito
Necessidade de abraços apertados, beijos molhados e corpos suados
Dor
Insatisfação crônica
Angústia constante
Saudade


Não sei...


Pelo o que andei pesquisando nos livros da vida, a doença se chama AMOR.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O parque



O amor é um parque encantado, semelhante ao Paraíso situado no topo de uma montanha, alcançado somente por aqueles com paciencia, delicadeza, segurança e força de vontade.


Fantástico por dentro, tem os melhores frequentadores cheios de confiança e companheirismo .

Os que lá alcançam , mas não possuem esses pré requisitos não suportam muito tempo e caem em seu profundo precipício.

Enquanto frequentam esse lugar maravilhoso experimentam a pura felicidade, e vivem isso de forma mais profunda possível.

Porém com o tempo, começam a controlar o outro, a olhar para o outro, já não suportam tanta felicidade, sentem falta do tempo em que a vida não era daquela forma, sentem um desejo inconsciente de perder para dramatizar, chorar, perseguir, ofender e magoar.

Acreditam que aquele lugar maravilhoso combina perfeitamente com sentimentos menos nobres como o ciúme, e começam a vigiar e controlar sem preceber que agindo dessa forma estava destruindo não o seu sentimento, mas o sentimento do outro.

Por isso é necessário a "queda", um afastamento, um tratamento, e daí tentar entrar novamente nesse ambiente. Para tal é preciso um esforço, mas não é impossível.

Portanto sem liberdade não há amor. O parque do amor é fascinante, pois seus habitantes circulam livremente e, se necessário, podem abandoná-lo usando o portão de saída, sem se lançar ao abismo.